CfP: The worlds of labour on maritime routes of freedom

Call for papers, deadline 31 March 2022

** PORTUGUESE AND SPANISH BELOW **

Mundos do Trabalho announces a call for papers for the dossier The worlds of labour on maritime routes of freedom, edited by Antonio Luigi Negro (UFBa) and Felipe Azevedo e Souza (PUC-Rio). The dossier will be published in volume 14 in 2022. Submit your original contribution in Portuguese, English, and Spanish. The deadline is March 31, 2022.

The brutal dynamics of slavery and other worlds of labor were, over the centuries, constantly challenged by workers' actions of bravery and rebellion. In this dossier, strategies of struggle with an appeal to sea routes will be highlighted. The importance of saltwater itineraries for the conquest of freedom and new rights appears as an outstanding field of studies that are experiencing a relevant renewal. Paths opened by the digitalization of large collections have fostered the development of a new wave of connected, global, transnational studies. The dossier The worlds of labour on maritime routes of freedom invites original research on how those from below took advantage of these routes: whether through individual or collective escapes, through cooperation with port or ship workers, through the flow of ideas and news. We are in search for studies that, in short, address how the maritime routes were also taken as spaces for workers' action.

https://periodicos.ufsc.br/index.php/mundosdotrabalho/about/submissions

 

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Mundos do Trabalho comunica chamada pública de artigos para o dossiê Os mundos do trabalho nas rotas marítimas da liberdade, organizado por Antonio Luigi Negro (UFBa) e Felipe Azevedo e Souza (PUC-Rio). O dossiê será publicado no volume 14 em 2022. Submeta sua contribuição original em português, inglês e espanhol. O prazo limite é 31 de março de 2022.

As brutais dinâmicas do escravismo e de outros mundos do trabalho foram, ao longo dos séculos, constantemente desafiadas por atos de ousadia e rebeldia da parte da classe trabalhadora. Neste dossiê, terão destaque as estratégias de luta com apelo às rotas marítimas. A importância dos itinerários por águas salgadas para a conquista da liberdade e novos direitos figura como campo destacado de estudos que passam por relevante renovação. Caminhos abertos pela digitalização de grandes acervos propiciaram o desenvolvimento de nova leva de estudos conectados, globais, transnacionais. O dossiê Os mundos do trabalho nas rotas marítimas da liberdade convida quem possui pesquisa original sobre como as classes subalternas se valeram dessas rotas: através de fugas individuais ou coletivas, por meio da cooperação com trabalhadores e trabalhadoras do porto ou embarcados, mediante o fluxo de ideias e notícias. O dossiê almeja estudos que abordem como os caminhos marítimos de circulação de mercadoria eram também apropriados enquanto espaços de ação a partir de baixo.

 

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Mundos do Trabalho comunica la convocatória pública de artículos para el dossier Los mundos del trabajo en las rutas marítimas de libertad, organizado por Antonio Luigi Negro (UFBa) y Felipe Azevedo e Souza (PUC-Rio). El dossier será publicado en el volumen 14, en 2022. Serán aceptados artículos originales en portugués, inglés o español. El plazo final es el 31 de marzo de 2022.

Las brutales dinâmicas de la esclavitud y de otros mundos del trabajo fueron, a lo largo de los siglos, constantemente desafiadas por actos de desobediencia y rebeldia de los/as trabajadores/as. En este dossier, tendrán destaque las estrategias de lucha vinculadas a las rutas marítimas. La importância de los itinerarios por aguas marinas para la conquista de libertad y nuevos derechos figura como un destacado campo de estúdios que está pasando por una renovación relevante. Caminos abiertos por la digitalización de grandes archivos propiciaron el desarrollo de una nueva generación de estúdios conectados, globales, transnacionales. El dossier Los mundos del trabajo en las rutas marítimas de libertad invita a quienes desarrollan investigaciones originales sobre como “los/as de abajo” se valieron de esas rutas - a través de fugas individuales o colectivas, por medio de la cooperación con trabajadores/as portuarios/as o marineros/as, mediante corrientes de ideas y noticias. El dossier reunirá estudios que aborden cómo los caminos marítimos de circulación mercantil eran también apropiados para la acción de los/as trabajadores/as.

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